Também quero viajar nesse balão…

Também quero viajar nesse balão…

Você já se deparou com alguém encantado, com o olhar fixo em um outdoor? E fotografando, acenando com as mãos para um comercial de tv ou anúncios de jornal?

Por esses e outros motivos, nosso Living Café optou por um balão de ar quente para divulgar o portal, afinal um balão nos remete à infância, nos faz viajar no imaginário, hipnotizados com sua leveza, magia de cores e tamanho colossal.

Nosso balão sobrevoará os principais eventos Brasil afora, onde sortearemos passeios para nossas fãs e seguidoras que para nós são mais que sofisticadas, colocando-as em seu devido lugar, o topo!

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A responsável pela realização de nosso sonho é a VIA AÉREA BALONISMO, que atua no mercado há 7 anos prestando serviço de Balonismo Promocional no Projeto e Construção de balões de ar quente tripulado.

Sua especialidade é a organização de promoções e eventos com balão de ar quente em campanhas publicitárias, empreendimentos imobiliários, shows, rodeios, festas comemorativas, filmagens, divulgação em massa e vôos turísticos com passageiros.

Eles cuidam de toda a infraestrutura necessária, incluindo a construção, operação e manutenção dos balões, trâmites junto à aeronáutica, e tudo mais que se faça necessário, garantindo o sucesso das promoções e o total conforto de seus clientes.

Balão1

CURIOSIDADES

 

A versão mais aceita do primeiro balão feito pelo homem atribui-se aos indíos Nazca há mais de 2.000 anos. No museu de Lima existe uma cerâmica Nazca com a representação de um balão com dois homens a bordo. Baseado nesses desenhos, em 1.975, a Associação Internacional de Exploradores construiu um balão, utilizando fibras vegetais da região onde estes índios pré-incaicos viveram. As técnicas foram as mesmas usadas na época dos índios Nazca.

O projeto foi bem sucedido e ficou assim provada cientificamente a possibilidade de que tenham sido eles os primeiros a construir e voar em um balão. Além disso, nos platôs dos Andes peruanos há vários desenhos feitos com pedra, similares às sinalizações usadas em pistas de pouso, bem como grafismos só perceptíveis se vistos de cima, por alguém que esteja voando, o que também aponta para o uso de artefatos voadores. Bartholomeu de Gusmão – O Inventor A primeira demonstração de um objeto voador foi feita por um brasileiro, nascido em Santos-SP, o padre Barthomeu Lourenço de Gusmão, Estudioso de física e matemática havia pedido ao rei de Portugal, D. João V, uma petição de privilégio para o seu “instrumento de andar pelo ar”. Além do privilégio, o rei decidiu financiar o projeto de desenvolvimento e construção do aparelho. Bartholomeu então, instalou-se na Quinta do Duque de Aveiro em São Sebastião da Pedreira, Lisboa, para dedicar-se inteiramente à concretização de sua ideia.

Alguns meses depois, diante da Corte de D. João V em Lisboa, ocorreu a primeira tentativa de fazer o artefato voar. O pequeno balão, no entanto, incendiou-se nas dependências do Palácio Real, gerando verdadeiro pânico. Na segunda tentativa, o balão conseguiu subir vinte palmos, para espanto dos presentes, mas foi destruído por dois guardas, receosos de que o padre voador, então com 23 anos, provocasse outro acidente. Três dias depois, em 08 de agosto de 1709, foi feita a terceira experiência, perante o rei, a rainha e outras autoridades. Desta vez, o balão ergueu-se lentamente até quatro metros indo cair no jardim, depois de esgotada sua chama.

Este foi o primeiro voo promovido pela engenharia humana na era atual. O desenvolvimento e seus usos Em 1783 os irmãos franceses Etienne e Joseph Montgolfier iniciaram a construção de um balão, cujo primeiro teste, realizado em 05 de junho de 1783, foi permitido pelo rei desde que os primeiros passageiros fossem um carneiro, um galo e um gato, a fim de evitar evitar riscos humanos. O sucesso do teste motivou a autorização real para a realização de outro voo, tendo como tripulantes o físico Jean François Pilâtre de Rozier e o capitão do Exercíto Marques François Dárlandes. No dia 21 de novembro de 1783, com a presença do rei Luiz XVI e da rainha Maria Antonieta, cerca de 400.000 pessoas, quase a totalidade da população de Paris na época, se reuniram no “Bois de Boulogne”, em torno de uma grande fogueira de palha e lã que iria inflar o balão. A multidão extasiada acompanhou, durante 25 minutos, os dois primeiros homens voadores da história. Poucos dias depois, em 1º de dezembro de 1783, o francês J.A. Charles realizava o primeiro voo livre na Charliére, um balão impulsionado por um gás recentemente descoberto, sete vezes mais leve que o ar – o hidrogênio.

O primeiro voo na Inglaterra foi em 1784. O italiano Vicente Lunardi ficou no ar durante 1 hora e 40 minutos e foi recebido como herói pelo rei George III. Em 1785 um balão atravessava o Canal da Mancha com o francês Jean-Pierre Blanchard e o americano John Jeffries á bordo. Oito anos depois este francês voou pela primeira vez de balão em território americano, o que ocorreu na Filadélfia na presença de George Washington.

Em 1858 foram tiradas as primeiras fotografias aéreas de um balão, por Nadar, em Petit-Bicêtre, França. Em 1867 aconteceu o primeiro voo de balão no Brasil, realizado por dois americanos, J e E. Allen. Nesse mesmo ano, aqui no Brasil, um balão foi utilizado na Guerra do Paraguai pelo exército Imperial, para observar as linhas paraguaias, no dia de 24 de julho, elevou-se aos céus em um balão chamado “Brasil”, com 6 metros de diâmetro, invólucro de seda japonesa envernizada, capacidade de 113 m3 de gás e um peso de apenas 14 quilos. A Era Moderna Em 1953 o americano Ed Yost inventou o moderno balão movido a ar quente. Construiu um balão de 230 m3, que voou com o auxilio de um maçarico de querosene e um envelope de filme plástico. Em 1960, passado sete anos, Yost, após desenvolver o maçarico de gás propano e um envelope de náilon, fez o primeiro voo livre realizado com um balão, agora com 800 m3, com total controle de subida e decida.

A partir daí começa o balonismo como desporto. em 1963 foi realizado o primeiro campeonato europeu. Em 1970 o balonismo chega ao Brasil através do industrial Victorio Truffi, que fez um voo de 40 minutos em Araraquara-SP. Ele foi o primeiro piloto brasileiro a ter autorização de voo em balões e fundou o Clube Paulista de Balonismo. Construiu 16 balões, e recebeu a permissão do Ministério da Aeronáutica para ensinar os primeiros pilotos no país. A partir de 1973, com a realização do primeiro campeonato mundial, o balonismo cresceu em todo o planeta, Atualmente ocorrem no Brasil, assim como no exterior, vários Festivais e Campeonatos de Balonismo, reunindo muitos pilotos brasileiros e estrangeiros, sempre atraindo um grande público e tornando o céu mais colorido.

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