Mulher: a eterna guerreira

Mulher: a eterna guerreira

O Dia Internacional da Mulher foi comemorado pela primeira vez em 28 de fevereiro de 1909 por iniciativa do Partido Socialista da América, em razão dos maus tratos contra as mulheres operárias que trabalhavam nas indústrias têxteis de Nova York.

No dia 25 de março de 1911 houve um trágico acidente numa fábrica na mesma cidade matando 146 trabalhadoras, a maioria costureiras, cuja data ficou lembrada por alguns anos como o dia da mulher. Somente em 8 de março de 1917, uma greve de mulheres ocorrida numa fábrica na Rússia, em prol de melhores condições de trabalho, deu início à Revolução Russa e marcou a nossa história. Em 1975 foi designado pela ONU o Ano Internacional da Mulher e em 1977 a mesma data foi decretada oficialmente, de forma a lembrar das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

A partir daí, há 40 anos, nós mulheres celebramos a data como um momento para refletir sobre os progressos realizados, para chamar a atenção para a mudança e para comemorar os atos de coragem e determinação que nos impulsionam e fazem de nós exemplos na história de seus países e comunidades.

Somos todas, independentemente de raça, cor, posição social, Mulheres-Maravilha: belas como Afrodite, fortes como Hércules, sábias como Atenas e velozes como Hermes… trabalhadoras, mães, donas de casa, que riem e que choram, verdadeiras guerreiras, quase imortais e merecemos sim uma data para comemorar!

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